<i>La Poste</i> contra privatização
Cerca de 300 mil trabalhadores dos correios franceses, La Poste, foram convocados por cinco das seis centrais sindicais, para participarem na greve nacional realizada na terça-feira, 23, contra a abertura da empresa ao capital privado.
La Poste é a maior empresa pública de França e um dos últimos serviços de correios da Europa que ainda não foram privatizados.
Sindicatos, associações e partidos de esquerda constituíram um movimento cívico que reclama a realização de um referendo sobre o futuro da empresa, sublinhando o que as sondagens têm mostrado: os franceses desejam conservar este serviço público arredado da lógica da capitalização bolsista.
Só a petição da maior central sindical francesa, CGT, recolheu 140 mil assinaturas contra a privatização de La Poste.
Embora o correio constitua a sua principal actividade (55,6%), o grupo público possui ainda uma rede de serviços bancários (22,6%) e de entregas expresso (15,2%) e encomendas (6,4%). Em 2007 registou um volume de negócios de 20,82 mil milhões de euros.
La Poste é a maior empresa pública de França e um dos últimos serviços de correios da Europa que ainda não foram privatizados.
Sindicatos, associações e partidos de esquerda constituíram um movimento cívico que reclama a realização de um referendo sobre o futuro da empresa, sublinhando o que as sondagens têm mostrado: os franceses desejam conservar este serviço público arredado da lógica da capitalização bolsista.
Só a petição da maior central sindical francesa, CGT, recolheu 140 mil assinaturas contra a privatização de La Poste.
Embora o correio constitua a sua principal actividade (55,6%), o grupo público possui ainda uma rede de serviços bancários (22,6%) e de entregas expresso (15,2%) e encomendas (6,4%). Em 2007 registou um volume de negócios de 20,82 mil milhões de euros.